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Alimentação Equilibrada e Performance.

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A nutrição vem se tornando cada vez mais alvo de atenção de esportistas e atletas, uma vez que pode maximizar a saúde e o bem estar, bem como otimizar o desempenho atlético.

A alimentação equilibrada é um dos principais fatores, juntamente com o treinamento específico e perfil genético, para garantir o máximo desempenho de um atleta e/ou praticante de atividade física.

Entretanto, a alimentação deste grupo de pessoas se diferencia da alimentação de indivíduos sedentários em função de um maior gasto energético e da necessidade de nutrientes, que variam de acordo com o tipo de atividade praticada, bem como intensidade e duração da mesma.

Diante deste contexto, é fundamental observar e adequar a qualidade e a quantidade alimentar consumida, antes, durante e após o exercício a fim de aprimorar o rendimento esportivo. A ingestão de água também deve ocupar lugar especial na dieta e na rotina de treinos de esportistas, pois o consumo inadequado deste nutriente prejudica a habilidade do indivíduo para se exercitar ao seu potencial máximo.

Uma alimentação balanceada pode reduzir a fadiga, permitindo desta forma, que tanto o esportista como o atleta treinem por mais tempo ou que se recupere mais rapidamente entre sessões de exercícios. Possivelmente, a nutrição pode prevenir lesões ou auxiliar na reparação das mesmas e prevenir as chances de carências nutricionais, influenciando, assim, de maneira satisfatória, o treinamento. Além disso, os depósitos de energia podem ser otimizados com uma alimentação adequada (Wolinsky & Hickson, 2002).

Devido às demandas nutricionais, fisiológicas e bioquímicas estarem aumentadas durante o exercício, estratégias de suplementação nutricional podem ser utilizadas. Como essas necessidades são específicas, variam entre indivíduos e de acordo com a modalidade esportiva praticada, a utilização de suplementos deve ser sempre prescrita por um profissional nutricionista qualificado para que os objetivos e resultados sejam alcançados e, acima de tudo, para manutenção da saúde.

 

Tatyana Dall’ Agnol (email: dagnol@terra.com.br)

Bem Estar e Saúde Consultoria Nutricional

Mestre em Atividade Física e Saúde (UCB/DF)

Especialista em Nutrição e Metabolismo (UNIFESP/SP) e Nutrição para o Fitness e Alto Rendimento (UNIFOA/RJ)

 

 

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O que comer antes e depois dos treinos?

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“Quando você se alimenta melhor, você se sente melhor e se exercita melhor!”

 

Para quem pratica atividade física, uma boa alimentação é fundamental para melhor recuperação do desgaste físico e maior rendimento durante o exercício. A composição corporal (gordura e massa muscular) do corpo depende diretamente da dupla alimentação e exercícios.

 

Treinar em jejum ajuda e perder peso?

Fazer exercícios em jejum pode diminuir o rendimento, causar hipoglicemia (redução dos níveis de açúcar no sangue) e provocar desmaios. Além disso, comer antes de treinar ajuda o corpo a queimar gordura, já que sem energia (principalmente dos carboidratos) o corpo queima músculos. Portanto, antes dos treinos, os carboidratos como frutas, cereais (quinua, aveia, pães, massas, arroz), barras de cereais, biscoitos, batata doce são essenciais para retardar o início do cansaço e melhorar o desempenho durante os treinos.

 

Quando recorrer aos isotônicos?

Quando o treino durar mais de uma hora e for predominantemente aeróbico (corrida, spinning, transport, por exemplo), já que as bebidas isotônicas hidratam o corpo mais rapidamente que a água.

 

O que comer antes e após a atividade física?

Para quem se exercita pela manhã, o ideal é comer uma fruta ou uma porção de salada de frutas com cereais, como aveia ou quinua em flocos, torrada com geleia ou mel ou 1 copo de suco de uva integral pelo menos meia hora antes do treino. Para aqueles que praticam exercícios à noite, a refeição antes do treino deverá ser mais reforçada, afinal o corpo já enfrentou um dia inteiro de trabalho e o cansaço tende a ser maior do que pela manhã. Uma boa sugestão, por exemplo, seria um sanduíche de queijo branco ou de atum ou de frango.

 

Quanto à refeição pós- treino, esta deve ser feita na primeira hora após o término para que os músculos possam se recuperar de forma adequada. Além de carboidratos, consuma também alimentos ricos em proteínas como leite e derivados, carnes magras, aves, peixes e ovos.

 

Dicas importantes:

Durante a prática esportiva, hidrate-se muito bem, afinal exercícios fazem o corpo perder líquidos e minerais que são essenciais para manutenção das funções normais.

 

Tenha sempre com você: água de côco, frutas frescas e/ou desidratadas, barras de cereais, bolachas integrais, frutas oleaginosas (castanhas, nozes, etc).

 

Benutry Consultoria Nutricional

Tatyana Dall’ Agnol (dagnol@terra.com.br)

Mestre em Atividade Física e Saúde (UCB/DF)

Especialista em Nutrição e Metabolismo na (UNIFESP/SP) e

Nutrição para o Fitness e Alto Rendimento (UNIFOA/RJ)

CONSUMO DE OLEAGINOSAS E SAÚDE

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Estudos recentes sugerem os efeitos benéficos do pistache, nozes e amêndoas para saúde (2014 European Congress on Obesity). E que o consumo de nozes pode proteger o desenvolvimento de diabetes tipo 2 em indivíduos predispostos.

 

Estudos conduzidos com 49 indivíduos com sobrepeso ou obesidade, demonstraram que o consumo de 57g de pistache diariamente por 4 meses reduziu significativamente a glicemia, insulina e a resistência a insulina. Vale colocar ainda que não houve mudança ponderal (peso) nos indivíduos pesquisados (Medscape Medical News).

 

Em estudo realizado com 137 adultos com risco elevado para diabetes e que consumiram 43g de amêndoas por dia, durante 4 semanas, foi verificado que o grupo que consumiu as oleaginosas demonstrou menos fome, maior saciedade, sem ganho de peso em comparação com grupo que não consumiu.

 

Oleaginosas, como as nozes, têm sido associadas com a prevenção do risco de doença coronária através da redução nos níveis do LDL colesterol, triglicerídeos e nos níveis de glicose. Nos estudos realizados com diabetes tipo 2, foi verificado redução da glicose pós- prandial e insulina.

 

Além de serem alimentos com alta densidade nutricional decorrente do perfil lipídico, oleaginosas, como o pistache, são ricas em anti-oxidantes como catenóide.

 

Portanto, a inclusão de oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas, pistaches, macadâmia, etc) diariamente faz parte de uma dieta saudável.

 

Tatyana Dall’Agnol

Benutry Consultoria Nutricional

Dicas do Bem

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Troque a pipoca: na hora de preparar a pipoca, prefira estourar o milho na panela. Na panela, você pode usar um óleo mais saudável, com o azeite, girassol ou coco, além de maneirar na quantidade de sal!

 

Troque o arroz branco pelo integral: as duas versões têm quase a mesma quantidade calórica, porém o integral, como não passou pelo processo de refinamento, apresenta mais nutrientes e fibras, que ajudam no funcionamento intestinal e proporcionam saciedade por muito mais tempo. Se quiser variar o tipo, existem algumas opções: selvagem, preto, vermelho, 7 cereais.

 

Chocolate diet engorda? O chocolate diet é indicado para diabéticos. Não contém açúcar na sua composição, entretanto, possui mais gordura que a versao com açúcar (versão comum). Portanto, é bem mais calórico. Não caia nessa!!

 

O que engroda no pão é o miolo? Uma unidade de pão francês possui aproximadamente 135 calorias. Ao retirar o miolo do pão estamos economizando cerca da metade das calorias totais, mas mesmo assim, ele continua contendo calorias. Portanto, não é porque você não come o miolo que pode abusar. Ah, e não se esqueça de sempre optar também pela versão integral do pãozinho francês.

 

Benutry Consultoria Nutricional

Tatyana Dall’ Agnol (email: dagnol@terra.com.br)

Mestre em Atividade Física e Saúde (UCB/DF)

Especialista em Nutrição e Metabolismo na (UNIFESP/SP) e

Nutrição para o Fitness e Alto Rendimento (UNIFOA/RJ)