Posts Tagged ‘Nutrição esportiva’

7 dicas científicas para a saúde!

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1) Segundo a Revista Cientifica, Diabetes Care, consumir refrigerantes aumenta o risco de desenvolver Diabetes tipo II em 26% e este mesmo estudo coloca que o risco de desenvolver esta patologia pode ser de 5%  mesmo consumindo apenas 1 lata (350ml). Beba água e suco naturais! 

 

2) Segundo a Nutrition and Metabolism, o consumo de azeite de oliva extra virgem protege o fígado do estresse oxidativo causado pelo excesso de radicais livres imposto ao nosso corpo diariamente e danificam nossas estruturas celulares comprometendo o equilíbrio orgânico e favorecendo o aparecimento das doenças. Acrescente azeite de oliva extra virgem com 1 % de acidez em suas saladas!

 

3) Segundo estudo realizado na University of Adelaide, na Austrália, consumir cápsulas de alho durante 12 semanas, reduziu bastante os níveis de pressão sanguínea, sendo a dose de 960mg utilizada neste estudo.

 

4) Gorduras mono-insaturadas encontradas no abacate, nas nozes e no azeite de oliva aumentam o colesterol HDL (o bom colesterol) (Canadian Medical Association Journal). Acrescente nozes às suas refeições ou nos lanches intermediários. Dica: faça um mousse diferente! Bata abacate, mel e cacau no liquidificador e leve à geladeira por 2 horas! Fica uma delicia!!

 

5) A curcuma ou açafrão pode prevenir o risco de câncer no fígado. Acrescente cúrcuma no arroz cozido ou no tempero do frango (Nutrition and Metabolism).

 

6) Mulheres transpiram menos que homens quando se exercitam, mas nem por isso podem se descuidar com a hidratação. Durante o exercício, a recomendação do American College of Sports Medicine é garantir de 150 a 200ml de água a cada 15-20 minutos (Experimental Physiology). Beba água!

 

7) Pensamento positivo é tão importante como a educação para ter uma boa saúde, diz um estudo da Health Psychology. Controle sua mente e não fique doente!

 

Bem Estar e Saúde Consultoria Nutricional

Tatyana Dall’ Agnol (email: dagnol@terra.com.br)

Mestre em Atividade Física e Saúde (UCB/DF)

Especialista em Nutrição e Metabolismo (UNIFESP/SP) E Nutrição para o Fitness e Alto Rendimento (UNIFOA/RJ)

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Alimentação x Recuperação

Eating and exercise

Uma alimentação adequada que inclui escolhas inteligentes também é fundamental no momento pós-exercício para garantir um bom desempenho, pois o que você consome após um treinamento ou competição intensa pode influenciar diretamente a sua recuperação!

Segundo o Colégio Americano de Medicina do Esporte, após a prática esportiva, a dieta deve fornecer quantidade adequada de líquidos, eletrólitos, energia (calorias) e carboidratos para repor o glicogênio muscular e assegurar uma rápida recuperação. Recomenda-se a ingestão de 1-1,5 gramas de carboidratos para cada quilo corporal durante os 30 minutos após o término da atividade e a cada 2 horas durante as 4 primeiras horas, pois é neste momento que as enzimas responsáveis por sintetizar glicogênio estão mais ativas e, rapidamente, substituem as reservas de glicogênio depletadas.

O tipo de carboidrato consumido também influência na síntese de glicogênio pós-exercício ou competição, portanto, o consumo de carboidratos de alto índice glicêmico propicia uma reposição rápida dos estoques de glicogênio, bem como o melhor transporte de glicose para dentro das células. Nesse sentido, bons exemplos são maltodextrina, dextrose, bebidas comerciais contendo carboidratos, e eletrólitos, barra de cereais adoçadas com mel ou com o próprio açúcar da fruta, mel, torradas e pão com geléia, bolo simples sem cobertura, batata assada ou cozida, arroz ou macarrão.

Seguindo a recomendação básica, veja o quanto um indivíduo de 70kg deveria ingerir:

70kg x 1,0 a 1,5g carboidratos/kg

= 70 a 150g de carboidratos

= 280 a 600 calorias

Ex: Arroz e feijão com carne vermelha magra com batatas assadas e legumes

ALIMENTO QUANTIDADE DE CARBOIDRATOS (gramas) MEDIDA CASEIRA
Arroz 29 2 colheres grandes cheias
Feijão 12 1 concha média
Batata inglesa assada 27 1 unidade média
Bife —–
Cenoura cozida 10 2 colheres grandes
TOTAL 78  

 

Não evite as proteínas em sua dieta de recuperação, pois um pouco deste nutriente também pode aumentar a reposição de glicogênio nas horas iniciais após o exercício intenso. As proteínas, assim como os carboidratos, estimulam a ação da insulina, hormônio que transporta glicose do sangue para os músculos. Boas sugestões de fontes protéicas podem ser: carnes magras, ovo, soja, peru, atum e peito de frango.

Não se esqueça de hidratar-se também após a atividade física!!

É bastante comum entre atletas e praticantes de atividade física intensa a queixa de inapetência e falta de tempo para se alimentar no período pós- treino ou competição, mas não ceda aos sintomas e com um pouco de esforço e organização você poderá otimizar a sua recuperação!

 

Referências Bibliográficas:

Nutrition and Athletic Performance, American College of Sports Medicine, 2009.

Nutrição Esportiva: uma visão prática, 2008.

Guia de Nutrição Esportiva, 1998.

Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 2009.

Foto: TheGuardian.com

 

Bem Estar e Saúde Consultoria Nutricional

Tatyana Dall’ Agnol (email: dagnol@terra.com.br)

Mestre em Atividade Física e Saúde (UCB/DF)

Especialista em Nutrição e Metabolismo (UNIFESP/SP) E Nutrição para o Fitness e Alto Rendimento (UNIFOA/RJ)

 

CONSUMO DE OLEAGINOSAS E SAÚDE

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Estudos recentes sugerem os efeitos benéficos do pistache, nozes e amêndoas para saúde (2014 European Congress on Obesity). E que o consumo de nozes pode proteger o desenvolvimento de diabetes tipo 2 em indivíduos predispostos.

 

Estudos conduzidos com 49 indivíduos com sobrepeso ou obesidade, demonstraram que o consumo de 57g de pistache diariamente por 4 meses reduziu significativamente a glicemia, insulina e a resistência a insulina. Vale colocar ainda que não houve mudança ponderal (peso) nos indivíduos pesquisados (Medscape Medical News).

 

Em estudo realizado com 137 adultos com risco elevado para diabetes e que consumiram 43g de amêndoas por dia, durante 4 semanas, foi verificado que o grupo que consumiu as oleaginosas demonstrou menos fome, maior saciedade, sem ganho de peso em comparação com grupo que não consumiu.

 

Oleaginosas, como as nozes, têm sido associadas com a prevenção do risco de doença coronária através da redução nos níveis do LDL colesterol, triglicerídeos e nos níveis de glicose. Nos estudos realizados com diabetes tipo 2, foi verificado redução da glicose pós- prandial e insulina.

 

Além de serem alimentos com alta densidade nutricional decorrente do perfil lipídico, oleaginosas, como o pistache, são ricas em anti-oxidantes como catenóide.

 

Portanto, a inclusão de oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas, pistaches, macadâmia, etc) diariamente faz parte de uma dieta saudável.

 

Tatyana Dall’Agnol

Benutry Consultoria Nutricional